As novas regras do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) entraram em vigor neste mês e ampliaram o acesso ao financiamento habitacional no Brasil. As mudanças incluem atualização dos limites de renda familiar, aumento do valor máximo dos imóveis financiáveis e novas condições de crédito, com impacto direto para famílias de classe média.
- Banco do Brasil passa a oferecer conta digital para uso em Portugal; entenda como funciona
- Nordeste ganha protagonismo na bioeconomia e concentra 15% das patentes em biotecnologia no Brasil
- Pesquisa brasileira avança na extração de terras raras a partir de lâmpadas fluorescentes
Entre as principais alterações, o limite de renda da faixa 3 passou de R$ 8.600 para R$ 9.600 mensais. Já na faixa 4, o teto subiu de R$ 12 mil para R$ 13 mil. Com isso, mais famílias passam a se enquadrar nas condições do programa.
Também houve aumento no valor máximo dos imóveis que podem ser financiados. Na faixa 3, o limite chega a R$ 400 mil, enquanto na faixa 4 pode alcançar até R$ 600 mil. A medida busca adequar o programa à realidade do mercado imobiliário, especialmente em grandes centros urbanos.
Outra mudança relevante é a redução das taxas de juros para parte dos beneficiários. Famílias que foram reenquadradas em faixas de renda mais baixas podem ter acesso a condições mais vantajosas, com juros menores em comparação às regras anteriores.
O programa também foi ampliado para incluir reformas habitacionais. O valor máximo do crédito para melhorias em imóveis subiu de R$ 30 mil para R$ 50 mil, e o público elegível agora inclui famílias com renda de até R$ 13 mil mensais.
As novas diretrizes têm como objetivo ampliar o acesso à moradia e estimular o setor da construção civil, considerado estratégico para a geração de emprego e renda no país.






