O crescimento do uso de medicamentos conhecidos como canetas emagrecedoras, baseados em agonistas de GLP-1, tem ampliado a necessidade de acompanhamento clínico e exames na área de diagnóstico por imagem. A avaliação é de especialistas da Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem, que observam impacto direto nos serviços de saúde.
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Segundo o médico radiologista Harley De Nicola, o uso dessas medicações tem sido associado ao aumento da procura por exames em casos de dor abdominal, suspeitas de pancreatite e investigação de cálculos biliares. Isso ocorre porque os fármacos atuam diretamente em órgãos do sistema digestivo, como fígado, pâncreas e vesícula biliar.
Entre os efeitos do tratamento está o retardo do esvaziamento gástrico, que pode provocar sintomas como náuseas, vômitos e alterações intestinais. Além disso, a perda acelerada de peso pode favorecer a formação de cálculos biliares, exigindo atenção para possíveis complicações.
A pancreatite é apontada como uma das principais preocupações em casos mais graves, reforçando a necessidade de monitoramento contínuo. Exames de imagem são utilizados para apoiar o diagnóstico e diferenciar efeitos esperados do tratamento de sinais de alerta.
Antes do início do uso das medicações, a recomendação é que o paciente passe por avaliação médica completa, incluindo histórico clínico, exame físico e testes laboratoriais. Durante o tratamento, o acompanhamento deve ser individualizado, com monitoramento periódico conforme a evolução do paciente.
Especialistas também destacam que o emagrecimento acelerado pode dificultar a identificação de outras doenças, uma vez que sintomas como dor abdominal podem ser atribuídos ao medicamento, retardando diagnósticos mais complexos.
A FIDI informa que atua em mais de 100 unidades de saúde no país e realizou cerca de 4,8 milhões de exames em 2025, incluindo ressonância magnética, tomografia, ultrassonografia e outros procedimentos de imagem.O crescimento do uso de medicamentos conhecidos como canetas emagrecedoras, baseados em agonistas de GLP-1, tem ampliado a necessidade de acompanhamento clínico e exames na área de diagnóstico por imagem. A avaliação é de especialistas da Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem, que observam impacto direto nos serviços de saúde.
Segundo o médico radiologista Harley De Nicola, o uso dessas medicações tem sido associado ao aumento da procura por exames em casos de dor abdominal, suspeitas de pancreatite e investigação de cálculos biliares. Isso ocorre porque os fármacos atuam diretamente em órgãos do sistema digestivo, como fígado, pâncreas e vesícula biliar.
Entre os efeitos do tratamento está o retardo do esvaziamento gástrico, que pode provocar sintomas como náuseas, vômitos e alterações intestinais. Além disso, a perda acelerada de peso pode favorecer a formação de cálculos biliares, exigindo atenção para possíveis complicações.
A pancreatite é apontada como uma das principais preocupações em casos mais graves, reforçando a necessidade de monitoramento contínuo. Exames de imagem são utilizados para apoiar o diagnóstico e diferenciar efeitos esperados do tratamento de sinais de alerta.
Antes do início do uso das medicações, a recomendação é que o paciente passe por avaliação médica completa, incluindo histórico clínico, exame físico e testes laboratoriais. Durante o tratamento, o acompanhamento deve ser individualizado, com monitoramento periódico conforme a evolução do paciente.
Especialistas também destacam que o emagrecimento acelerado pode dificultar a identificação de outras doenças, uma vez que sintomas como dor abdominal podem ser atribuídos ao medicamento, retardando diagnósticos mais complexos.
A FIDI informa que atua em mais de 100 unidades de saúde no país e realizou cerca de 4,8 milhões de exames em 2025, incluindo ressonância magnética, tomografia, ultrassonografia e outros procedimentos de imagem.






