O turismo em Unidades de Conservação federais movimentou R$ 40,7 bilhões na economia brasileira em 2025, segundo estudo apresentado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade durante o 10º Salão do Turismo, realizado em Fortaleza. O levantamento foi elaborado no âmbito do Programa Natureza com as Pessoas, desenvolvido em parceria com o Ministério do Turismo.
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De acordo com os dados, a cada R$ 1 investido nas Unidades de Conservação, R$ 15,60 retornam para a economia. O estudo analisa o impacto financeiro gerado pelos visitantes em municípios que abrigam áreas protegidas federais.
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, afirmou que os números reforçam o potencial do turismo de natureza no país e o papel estratégico das Unidades de Conservação como destinos turísticos.
A pesquisa integra o Programa Natureza com as Pessoas, lançado durante a edição de 2024 do Salão do Turismo. Segundo a diretora de Criação e Manejo de Unidades de Conservação do ICMBio, Iara Vasco, o projeto também busca fortalecer iniciativas de Turismo de Base Comunitária em reservas extrativistas e ampliar o impacto econômico dessas atividades nas comunidades locais.
O pesquisador Thiago Beraldo explicou que o estudo utilizou mais de 2 mil questionários aplicados em oito Unidades de Conservação federais. A metodologia considera os gastos realizados pelos turistas nas cidades onde as áreas protegidas estão localizadas, incluindo hospedagem, alimentação, transporte e serviços.





