A prática da dança tem ganhado destaque como ferramenta de promoção do bem-estar e da saúde mental, especialmente em um contexto de aumento do estresse cotidiano. Estudo publicado na revista Psychology of Sport & Exercise aponta que a atividade contribui para a regulação do estresse, favorecendo a resiliência emocional e a redução da ansiedade.
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De acordo com a pesquisa, a dança estimula a expressão emocional e fortalece vínculos sociais, fatores que ajudam a diminuir níveis de cortisol, hormônio associado ao estresse. A prática também está relacionada à liberação de neurotransmissores como endorfina, serotonina e dopamina, ligados à sensação de prazer e bem-estar.
Segundo especialista da UniCesumar, a dança atua de forma integrada no corpo e na mente, promovendo benefícios físicos, emocionais e simbólicos. A atividade também se apresenta como alternativa para pessoas que encontram dificuldade em expressar sentimentos por meio da linguagem verbal.
Além dos efeitos individuais, iniciativas como grupos de dança popular, aulas abertas e práticas coletivas têm se consolidado como espaços de convivência e acolhimento. Modalidades como funk, samba e dança de rua ampliam o acesso à atividade, contribuindo para reduzir o isolamento social e fortalecer a autoestima.
Em contextos de vulnerabilidade, esses espaços também desempenham papel social relevante, ao incentivar o sentimento de pertencimento e identidade. A prática pode ser realizada tanto em grupo quanto de forma individual, mantendo os benefícios relacionados à saúde mental.






