João Pessoa foi apontada como a capital do Nordeste com o melhor índice de qualidade de vida em 2026, segundo levantamento divulgado nessa quarta-feira (20) pelo Índice de Progresso Social (IPS), desenvolvido pelo instituto Imazon em parceria com outras organizações.
No ranking nacional, a capital paraibana aparece na 9ª colocação entre as capitais brasileiras, com nota 67,73. O estudo avaliou os 5.570 municípios do país com base em 57 indicadores sociais e ambientais.
- Adalberto Neto conquista o Everest e se torna o primeiro paraibano a chegar ao topo do mundo
- Bancos realizam leilões com mais de 260 imóveis em diferentes regiões do Brasil
- Pesquisa Quaest mostra que 72% dos nordestinos apoiam fim da escala 6×1
O índice também destacou o desempenho da Paraíba, que registrou o melhor resultado entre os estados do Nordeste, com nota 62,39, ficando entre os 11 melhores do Brasil.

De acordo com o levantamento, a segunda capital nordestina mais bem posicionada foi Natal, com nota 66,82 e 13ª posição nacional. Já Maceió apresentou o menor índice entre as capitais da região, com nota 61,96, ocupando a 25ª colocação no país.
O cálculo do IPS considera exclusivamente indicadores sociais e ambientais, sem incluir critérios financeiros. Os dados utilizados são provenientes de bases públicas, como DataSUS, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira e MapBiomas.
Entre os aspectos avaliados estão acesso à saúde, educação, saneamento, moradia, nutrição, inclusão social, preservação ambiental, poluição e gestão de resíduos.
O prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra, afirmou que o resultado reflete investimentos em áreas como saúde, educação, meio ambiente e inclusão social.
A secretária de Educação e Cultura, América Castro, destacou ações como ampliação do ensino em tempo integral, programas de alfabetização, formação de profissionais e investimentos em tecnologia nas escolas.
Já a secretária de Desenvolvimento Social, Norma Gouveia, afirmou que políticas voltadas à segurança alimentar, qualificação profissional e apoio a famílias em vulnerabilidade social contribuíram para os indicadores positivos.





