O mercado de atrações turísticas no Brasil movimentou US$ 9,2 bilhões em atividade econômica em 2024, segundo o estudo IAAPA Latin America & Caribbean – Economic Impact Study 2025, realizado pela Associação Global para a Indústria de Atrações (IAAPA).
O levantamento aponta que o país concentrou aproximadamente 30% das visitas registradas em atrações da América Latina e Caribe no período, com cerca de 120 milhões de visitas ao longo do ano. O setor também foi responsável pela geração de mais de 212 mil empregos diretos e indiretos.
- Tauá Resort & Convention João Pessoa fortalece turismo de negócios com novo centro de convenções
- Grupo Tauá estreia no litoral brasileiro com abertura do resort em João Pessoa
- Contagem regressiva: vendas do AcquaíPass terminam na terça-feira
De acordo com a pesquisa, 94% das viagens realizadas no Brasil em 2024 foram domésticas, indicando a forte participação dos próprios brasileiros no consumo de turismo e lazer dentro do país.
Atualmente, o Brasil possui 3.607 atrações identificadas, incluindo parques aquáticos, parques temáticos, museus, centros de entretenimento, experiências de natureza e atrações de aventura.
Segundo a IAAPA, o crescimento do turismo doméstico tem impulsionado a chamada economia da experiência, com consumidores buscando atividades presenciais de lazer, entretenimento e vivências diferenciadas.
A entidade destaca que a expansão do setor ocorre com a abertura de novos empreendimentos, ampliação de atrações já existentes e criação de experiências voltadas ao público nacional.
Além do impacto econômico, o segmento também tem relevância na geração de oportunidades profissionais. Na América Latina e no Caribe, 81% dos trabalhadores da indústria de atrações têm menos de 45 anos e 30% estão em seu primeiro emprego, segundo o estudo.
Em toda a região, a indústria de atrações movimentou quase US$ 35 bilhões em 2024 e sustentou mais de um milhão de empregos.
O avanço do turismo doméstico também acompanha o crescimento da movimentação aérea nacional. Em 2025, os aeroportos brasileiros ultrapassaram pela primeira vez a marca de 100 milhões de passageiros em voos domésticos, reforçando o aumento das viagens realizadas dentro do país.





